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sábado, 29 de janeiro de 2011

A enigmática extinção dos dinossauros

Existem várias questões acerca da origem da vida, sobre os animais do passado e entre outros enigmas que sempre acompanhou o homem.

Os Dinossauros, que são animais pré-históricos, instigam vários ramos das ciências que tentam descobrir o que ocasionou o fim dos Dinossauros.

Foram muitos os direcionamentos, as teorias, as discussões, e muitas já foram refutadas. A questão do Dilúvio Bíblico ter exterminado os dinossauros é uma das que é considerada refutada pela comunidade científica (embora ainda defendida pelo Movimento Terra Jovem), e uma das muitas evidências que provam isso é o fato dos fósseis aquáticos serem mais abundantes que os de animais terrestres, o que é o oposto do que se esperaria no caso do dilúvio ter sido a causa da extinção desses seres, que viveram muito tempo antes do homem ser criado. Para mais a respeito dessa tese, acesse aqui.

Contudo, de forma conjunta os cientistas chegaram a uma conclusão depois de muito estudar as rochas do período mesozóico. Nesse período havia caído na terra um meteoro de grande proporção, com tamanho entre 6 e 14 km, colidindo com a Terra a uma velocidade aproximada de 72.000 Km/h, isso provocou a abertura de uma cratera de aproximadamente 200 km de diâmetro.

Após a colisão, restou um rasto de destruição na área atingida, sem contar que levantou uma camada de poeira que impediu a entrada de luz solar, alguns cientistas dizem que essa nuvem de poeira permaneceu por seis meses na atmosfera, é bom lembrar que o impacto foi tão forte que alterou o eixo da Terra.

A partir daí foram sucessivas perdas, primeiramente a terra entrou em um processo de resfriamento, como conseqüência as plantas não puderam realizar a fotossíntese, então os animais que dependiam das plantas para se alimentar (herbívoro) acabaram morrendo de fome, assim como seus predadores.

O impedimento da entrada de luz do sol, que teve um resultado catastrófico, se harmoniza com o que a Bíblia fala dos Dias da Criação, pois a cada dia houve períodos de escuridão (tarde ou trevas) e de claridade (manhã ou luz), sendo a duração desses períodos separados por Deus, como se observa nos primeiros versículos da gênese bíblica. O porquê da extinção, no entanto, talvez jamais possamos responder.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Dinossauros na Arca de Noé? (parte 3)

[PÁGINA ATUALIZADA EM 20/07/2012 ÁS 10:04]

De acordo com tudo o que já vimos anteriormente, parece que os dinossauros não foram contemporâneos ao homem. Contudo, ainda existem argumentos em favor da coexistência entre humanos e dinossauros. Que tal analisarmos esses argumentos?



ERRO NO CRESCIMENTO


Existiram espécies imensas de dinossauros. Alguns, como o Brachiosaurus, pesavam cerca de 80 toneladas. Certamente um casal desse animal não caberia na arca... Mas afinal de contas, o que o Criacionismo da Terra Jovem tem a nos dizer sobre isso?

Como sabe-se pelas medidas da Arca que a Bíblia nos fornece em Gênesis, as dimensões dela eram gigantescas. Calcula-se que nela caberiam 520 vagões de um comboio. Nela caberiam cerca de 40.000 animais. E, logicamente, girafas, elefantes, e outros grandes animais. E de acordo com os criacionistas, há uma explicação "plausível"... Veja o argumento utilizado nessa questão pelo artigo "Dinossauros: a Ciência e a Bíblia face a face":

"Os dinossauros cresciam sempre(...). Os homens crescem até aos 20/30 anos. Então, pára o crescimento. Mas os dinossauros cresciam sempre! Ora, Deus trouxe para a Arca somente os pares que pudessem "povoar a terra e nela se multiplicarem" (Gên. 8:17). Deste modo, os enormes dinossauros não entraram na Arca - eles seriam "avós" e não se podiam reproduzir. Mas, em contrapartida, entraram os jovens dinossauros - mais pequenos, é verdade, mas dinossauros." - Confira a matéria toda aqui.

Acontece que esse argumento possui um grande defeito. Observe:

"Os homens crescem até aos 20/30 anos. Então, pára o crescimento. Mas os dinossauros cresciam sempre!"

Mentira absoluta. Os répteis crescem sem parar, isso é verdade, mas não podemos dizer o mesmo dos dinossauros, que segundo recentes análises, eram animais de sangue quente. Aliás, está comprovado o contrário...

O cientista Anusuya Chinsamy-Turan, da Universidade da Cidade do Cabo, África do Sul, descobriu que o sauropodomorfo Massospondylus, por exemplo, levava 15 anos para atingir um comprimento de 2 a 3 metros. Erickson e Tatanya A. Tumanova, do Instituto Paleontológico de Moscou, descobriram que o pequeno marginocéfalo Psittacosaurus amadurecia com 13 a 15 anos de idade. E foi calculado que o ornitópode bico-de-pato Maiasaura (imagem ao lado) chegava à idade adulta com 7 ou 8 anos, idade na qual já tinha 7 metros de comprimento. No entanto, os saurópodes gigantes ultrapassam todos os outros: Martin Sander, da Universidade de Bonn, na Alemanha, descobriu que o Janenschia atingia a maturidade com cerca de 11 anos, embora continuasse a crescer substancialmente depois disso. Frédérique Rimblot-Baly e seus colegas na Universidade de Paris VII determinaram que o Lapparentosaurus chegava a seu tamanho máximo antes dos 20 anos de idade. Kristina Curry Rogers, do Museu de Ciência de Minnesota descobriu que o Apatosaurus amadurecia em oito a dez anos - com um ganho de peso anual de quase 5.500 kg!

Ou seja, o argumento apresentado, de que entraram os mais jovens, não pode ser sustentado, pois os dinossauros cresciam demasiadamente rápido (lembre-se que Noé foi advertido sobre o dilúvio 120 anos antes do mesmo e que levando em conta o numero de espécies que entraram na arca calcula-se que demorou muito tempo para, de dois em dois, os animais entrarem.) e cresciam até um certo ponto, depois paravam de crescer.

Tomemos como exemplo, para entender o problema do argumento, o dinossauro Apatosaurus, que amadurecia em oito a dez anos - com um ganho de peso anual de quase 5.500 kg. leve em conta três fatos:

- O apatosaurus era um dos muitos gêneros de saurópodes que existiram;
- Os diplodocidae, família do Apatosaurus, não eram tão pesados como os Titanosauridae e Brachiosauridae, que oscilavam entre 80 e 100 toneladas;
- O dilúvio durou um ano, segundo a Bíblia, mas bem antes disso Noé teve que levar os animais pra arca, e as estimativas indicam que pode ter demorado mais ou menos 1 ano para todos os animais entrarem.

Agora, consideremos: Se a cada ano o Apatosaurus aumentava em 5 toneladas - algo perto do peso do elefante -(sendo que haviam saurópodes mais pesados como ele),quantas toneladas, juntos, os vários saurópodes (Brachiosaurus, Jobaria, etc) teriam juntos do tempo em que entraram e saíram da arca? A arca suportaria tantas toneladas assim?



MAIS PROBLEMAS...


Os problemas de se admitir os dinossauros e outros seres pré-históricos como sendo contemporâneos não param aí. Existe alguns problemas acerca dessa visão que não podem simplesmente ser ignorados:

- Calcula-se que se pegássemos toda a fauna pré-histórica que hoje é documentada pelo registro fóssil e fizéssemos que ela vivesse toda numa mesma época, como afirmam os Criacionistas da Terra Jovem, não haveria quase espaço no planeta, tanto na terra seca quanto nos oceanos.

- Algumas espécies de dinossauros são encontradas somente em rochas de determinado período. Um bom exemplo é a família Ankylosauridae, cujos fósseis só são encontrados em rochas do Período Cretáceo. Se a geocronologia estivesse errada e os dinossauros fossem contemporâneos, casos como esse não deveriam acontecer.

Concluímos, então, pela arqueologia e pela paleontologia, que os dinossauros não foram contemporâneos ao homem, ou seja, não viveram no tempo do Dilúvio. Como pode ser visto aqui, existem evidências do dilúvio de Gênesis, no entanto, tudo indica que os dinossauros viveram milhões de anos antes de Noé (como aceitar os milhões de anos sob a ótica bíblica? Confira aqui).

Mas isso não quer dizer que não haja menção bíblica dos dinossauros...



OS "TANNIYNS"


Não existe menção bíblica nenhuma de que Saurísquios e Ornitísquios entraram na Arca de Noé, nem que humanos e dinossauros coexistiram. Porém, na realidade, a Bíblia menciona sim os dinossauros, apesar de jamais haver usado a palavra “dinossauro” (que foi criada pelo cientista Richard Owen). Ao invés disso, usa a palavra tanniyn, vinda do Hebraico. Tanniyn é traduzida de algumas poucas maneiras diferentes nas Bíblias de língua inglesa; às vezes como “monstro do mar”, às vezes como “serpente”. É mais comumente traduzida como “dragão”. Tanniyn parece ter sido algum tipo de réptil gigante. Estas criaturas são mencionadas quase trinta vezes no Antigo Testamento e são encontradas tanto em terra quanto no mar. Possivelmente esse termo, então, pode descrever:

- Ou dragões cuspidores de fogo, que alguns cientistas acreditam que tenha existido;

- Ou a animais que os hebreus só conheciam pelas ossadas fósseis encontradas, mas que nos tempos da Criação foram criaturas que dominaram em absoluto em seu tempo.

Vale lembrar que, segundo a Bíblia, os Tanniyns foram criados no 5º dia, juntamente com as aves e peixes atuais (Gênesis 1:21 parte "a" diz: "E Deus criou os grandes monstros do mar [Tanniyns]). Coincidência ou não, foi na Era Mesozóica (a Era dos Dinossauros) que as categorias de aves e categorias de peixes atuais surgiram.


Além de mencionar estes répteis gigantes quase trinta vezes no Antigo Testamento, a Bíblia descreve algumas criaturas de tal modo que alguns estudiosos acreditam que poderiam estar descrevendo dinossauros. Behemoth é descrito como a mais poderosa de todas as criaturas de Deus, um gigante cuja cauda é comparada à árvore de cedro (Jó 40:15 em diante). Alguns estudiosos tentaram identificar Behemoth como um elefante ou hipopótamo. Outros dizem que tanto elefantes quanto hipopótamos têm caudas muito finas, nada que se possa comparar ao cedro. Porém, as únicas criaturas corpulentas que possuíram a cauda longa e forte como o cedro são os sauropodomorfos pertencentes á família Diplodocidae. Um exemplo clássico de dinossauro dessa família é o Diplodocus (imagem acima), de 27 metros de comprimento e cauda tão longa que era utilizada como um potente chicote.

Mas, então, isso quer dizer que Jó viu um Diplodocus? Não exatamente... O fato é que quem faz a descrição desse sauropodomorfo não é Jó, mas sim Deus. O Criador pode ter mostrado esse dinossauro em visão para Jó, por isso o relato começa dizendo, no verso 15: "Contempla o Behemoth, que eu fiz contigo". Atente também para a "ironia" na frase "que eu fiz contigo": o sentido da ironia aumenta ainda mais se estiver se tratando de um animal que Jó só conheceria por ossadas encontradas ou em visão, e que viveu há 140 milhões de anos...

O Leviathan, descrito no capítulo 41 do mesmo livro, também foi descrito por Deus, mas nesse caso o animal parece ser conhecido pelo patriarca. Dinossauro vivo? Não, pois o Leviathan não possuía características nem de dinossauro e nem de plessiossauro. As características do Leviathan apontam apenas para dois animais: 1 -  Os dragões cuspidores de fogo, lendários em várias culturas, inclusive na Medieval. Segundo alguns estudos recentes, é bem provável que esses dragões tenham realmente existido, dado a forma que são descritos nas mais diversas culturas e a possibilidade já comprovada de existir um animal com tais características. 2 - O mosassauro (um lagarto-monitor marinho gigantesco com um corpo esguio), que existiu na pré-história mas, segundo relatos de pescadores ao longo da história, pode ser que tenha convivido com o homem em tempos antigos, mesmo ainda não tendo sido encontrado um fóssil recente dessa criatura.

Finalizando, a última menção de um dinossauro encontra-se no livro de Daniel.


DINOSSAURO EM PROFECIA?


Em Daniel 7, o profeta tem a visão de quatro animais (representando quatro reinados): um similar a um leão (mas com asas), outro similar a um urso (com 7 costelas na boca), outro similar a um leopardo (mas com quatro cabeças), e um último que Daniel não soube dizer com o que se parecia. Observe a descrição desse quarto animal: “Vi ainda um quarto animal, aterrorizante, assustador e muito poderoso. Tinha grandes dentes de ferro, com os quais despedaçava e devorava suas vitimas e pisoteava tudo o que sobrava. Era diferente de todos os outros animais”. Daniel, 7:7 e 19.

Os outros três animais foram embasados, por Deus, em três animais que realmente existiram e existem: o leão, o urso e o leopardo. Ora, sendo assim, é de se esperar que o 4º animal também tivesse existido. Vejamos as características desse 4º animal:

- Daniel nunca viu nada parecido com ele;

- Era medonho e assustador;
- Possuía chifres e/ou espinhos;
- Possuía "dentes de ferro" com os quais dilacerava as vítimas;

- Pisoteava tudo o que sobrava, ou seja, usava os seus pés também como arma.

O único animal que alguma vez já caminhou sobre a Terra que reúne todas as características acima é um terópode chamado Carnotaurus sastrei.

Ele tinha um focinho curto, como o do buldogue, mas tinha sua boca recheada de dentes afiados, de modo que não se parecia com nada que hoje existe; parecia-se apenas com o que era: um dinossauro. Visto de frente, a sua aparência, na realidade, ficava mais esquisita ainda (observe ele de frente na imagem ao lado). Acima dos olhos tinha dois chifres parecidos com asas (daí seu nome, que quer dizer “touro carnívoro”), e ainda possuía uma série de calombos pelas costas. Entretanto, seus braços eram totalmente atrofiados e praticamente inarticulados, não serviam para nada, sendo apenas “úteis” as garras afiadas nos pés. Nenhum ser humano jamais o viu: ele teria vivido há 100 milhões de anos, na Patagônia, Argentina. Todas essas características, sem dúvida, identificam o Carnotaurus como o animal representado simbolicamente na visão de Daniel (o que essa visão representa, de forma sintetizada? Confira aqui).

É interessante notarmos que tanto o Behemoth quanto o 4º animal são criaturas que nenhum homem viu de perto, e a forma que são descritos os seres na Bíblia parece que o autor os viu vivos. Isso é mais uma prova da autenticidade bíblica, pois como haveria a descrição perfeita de características de animais pré-históricos, se não fosse o Criador para trazer essas descrições á tona?

E a pergunta que não quer calar: Como e por quê os dinossauros se extinguiram? Confira aqui.

CONCLUSÃO


Definitivamente, nós podemos concluir que a Bíblia trata, sim, do tema "dinossauros", porém, não existem passagens bíblicas que digam com todas as palavras que os dinossauros coexistiram com humanos ou que eles entraram na Arca de Noé, ou mesmo que pereceram no dilúvio. Tal argumento, que seria o único modo de explicar os dinossauros em uma Terra de supostos 6 mil anos, não é sustentado nem pela Bíblia, nem pela paleontologia e nem pela arqueologia.

Contudo, podemos concluir também que, mais uma vez, a Bíblia está de acordo com as evidências científicas; por isso diz-se que ela continua atual. Isso não quer dizer que a Bíblia seja um compêndio científico (também porque não é), mas quer dizer que, verdadeiramente, ela contém relatos e menções que coincidem inclusive com as mais recentes descobertas científicas. Ao que parece, então, as palavras do químico Lowis Pasteur, pai da microbiologia, parecem fazer um certo sentido:

"Pouca ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima".

domingo, 23 de janeiro de 2011

Dinossauros na Arca de Noé? (parte 2)

Continuemos a nossa análise para averiguar se faz sentido a teoria de que os dinossauros foram contemporâneos.

Bom, para se ter evidência de que os dinossauros viveram no tempo do dilúvio bíblico, a datação radiométrica tem que estar errada. No entanto, a realidade é outra, como pode ser visto aqui.

Mas o que dizer das evidências arqueológicas de esculturas e pinturas de dinossauros? Ou melhor: isso existe?? Segundo uma boa gama de Criacionistas da Terra Jovem, sim.


OS DINOSSAUROS DE ACAMBARO


A ciência não tem relato de fóssil de dino com menos de 65 milhões de anos. Outra evidência de coexistência entre as espécies seriam fósseis na mesma camada geológica, pegadas compartilhadas ou restos humanos dentro de fósseis dos répteis. Nada disso foi encontrado. Mas se encontrássemos evidências arqueológicas da convivência entre humanos e dinossauros, talvez as chances de os dinossauros não terem vivido milhões de anos, mas apenas alguns milhares, se tornariam maiores.

Essas evidências existem? São fieldignas?

Existe uma descoberta que incomodou alguns arqueólogos e laboratoristas e que ficou "esquecida" por mais de 40 anos. As figuras de Acambaro são uma coleção de mais de 32 mil peças encontradas em Acambaro, no estado de Guanajuato, México, por Waldemar Julsrud. Essas estatuetas parecem representar dinossauros e outro animais da Era Mesozóica e pessoas de culturas do velho continente. Determinações não oficiais de carbono 14 estimam sua idade em 6000 anos.

Dado que lembram dinossauros, as figuras são algumas vezes citadas como anacronismos - e como evidência não só de uma Terra Jovem, mas também de que os dinossauros foram contemporâneos do homem, no tempo do Diluvio de Noé.

Porém, muitos argumentos duvidando da autenticidade das peças foram levantados. A confirmação da validade de tais peças ficou a encargo de uma equipe da Universidade do Estado de Ohio. A equipe de peritos consistia no Dr. J.O. Everhart (o Presidente do Departamento de Engenharia Cerâmica), Dr Earle R Caley, (um dos arqueólogos químicos mais respeitados do mundo) e Dr Ernest G Ehlers (o mineralogista no departamento de geologia da universidade). Eles, ao analisar algumas peças, informaram que os artefatos não foram feitos em tempos modernos e que não foram feitos por algum amador. Estava confirmado a autenticidade das peças de Acambaro.

Como explicar isso, então? Existe uma explicação muito simples para isso, dado alguns detalhes que os Criacionistas da Terra Jovem deixam passar desapercebido: O povo de Acambaro deveria conhecer fósseis de dinossauros e tentou recriá-los através da arte, assim como os chineses fizeram com relação aos dragões. Sim, porque algumas recriações são incrivelmente parecidas com espécies do registro fóssil. porém, assim como há estatuetas exelentes, há outras totalmente desproporcionais, cujo tamanho do pescoço ou dos membros é inverossímil. Como exemplo, observe o aspecto real do saurpodomorfo Barosaurus e a "suposta" escultura de Acambaro. Note que há semelhanças mas as figuras esculpidas são desproporcionais (o Barosaurus tinha uma cauda bem longa e pescoço maior ainda, além de um corpo em forma de barril, o que não vemos nas figuras de Acambaro):
















Esses "erros" provavelmente são reflexo do modelo original - apenas fósseis de dinossauros.

Desvendado o "mistério" de Acambaro, vejamos agora outras "evidências" de dinossauros contemporâneos...

SITUAÇÃO COMPLICADA


Infelizmente para o Criacionismo da Terra Jovem, a maior parte do "resto das evidências" arqueológicas para dinossauros diluvianos possuem situação similar ás peças de Acambaro: ou são representações de fósseis que os antigos encontraram ou são verdadeiras farsas. Veremos agora os principais exemplos:

- As pedras de Ica

As pedras de Ica são uma coleção de pedras alegadamente descobertas numa caverna próxima de Ica, no Perú, nos anos 60. Elas vieram ao conhecimento de todos através do médico peruano Javier Cabrera. Entre outras coisas, elas contêm representações de dinossauros:

Ao que tudo indica, elas não são autênticas, pois o site criacionista Creation On The Web referem-se a elas como sendo fraudes. Por sua vez, o site criacionista CreationWiki defende a sua autenticidade. Quanto ao parecer da comunidade cientifica, atestam que se trata de "fraudes feitas por alguém que nem é perito na questão" (mais informações você encontra aqui).


- As pegadas do rio Paluxy

O episódio das pegadas de Paluxy refere-se ao facto de, supostamente, se terem encontrado, nos anos 60, pegadas humanas em cima de pegadas de dinossauros, nos Estados Unidos da América.

Segundo o que pode ser visto em sites criacionistas como o Institute for Creation Research e o Answers in Genesis, é quase certo que as supostas pegadas humanas não são, de todo, pegadas humanas.


Fora as farsas mostradas acima, o resto das pinturas antigas e esculturas representando monstros similares á dinossauros se deve pelo mesmo motivo das esculturas de Acambaro, ou seja, Exemplo de gravuras antigas baseadas em fósseis é a de uma que mostra um plessiossauro, achada na Austrália (nessa gravura dá para ver o desenho da espinha dorsal dele, indicando de onde a ilustração foi baseada), o Apatossauro das Américas (bem desproporcional) e o Estegossauro de Bornéu (que tem a cara de um rinoceronte indiano...)


DINOSSAURO OU MEGATÉRIO?


No entanto, existe um caso que é exceção, onde é mais provável que o animal representado foi visto vivo. Tal caso é de um desenho deixado numa caverna pela tribo Havasupai, que viveu na zona do atual estado norte-americano Arizona.

Em Discoveries Relating to Prehistoric Man by the Doheny Scientific Expedition in the Hava Supai Canyon, o evolucionista Samuel Hubbard diz: "O fato de o animal estar em pé e apoiado na sua cauda parece sugerir que o artista pré-histórico deve ter visto um vivo”.


A gravura é autêntica, mas representa mesmo um dinossauro? Na realidade, ao analisar a ilustração, poderemos ver que não se trata de um dinossauro, mas de uma criatura igualmente fascinante, que está hoje extinta mas conviveu com o homem: o Megatério ou Preguiça-Gigante. Esse mamífero realmente se erguia em pé apoiado em sua cauda, usando-a como um tripé (tal qual pode-se ver nitidamente na pintura), ao contrário dos dinossauros que, segundo o que atualmente sabemos, não usavam a cauda para esse fim, mas sim como um leme para equilibrar o peso do corpo), o que reforça que o animal foi visto vivo. Não é novidade: o Megatério data justamente da Era do Gelo! Compare a ilustração moderna de um Megatério, á esquerda, com a pintura rupestre aqui mencionada, á direita.
















Bem, o que podemos concluir após toda essa análise? Que nem esculturas que apresentam gravuras similares a dinossauros são falsas, mas, mesmo as autênticas não provam especificamente que dinossauros coexistiram com seres humanos, ou seja, a questão das miniaturas é neutra: pode ser que sim, pode ser que não.

Mas, justamente por isso, a questão continua em aberta: os dinossauros "participaram" do dilúvio de Noé?

A RESPOSTA PODE ESTAR NAS FEZES...

Não, você não leu errado. Uma das provas da antiguidade dos dinossauros com relação ao homem está no coprólito dos dinossauros, ou melhor, fezes fossilizadas. Na verdade, o estudo dos coprólitos poderia ser a chave para se provar que os dinossauros conviveram com humanos. O criacionismo, aliás, deveria investir no estudo de coprólitos também, e estou falando sério. Como assim?

Acontece que por meio de uma boa análise do coprólito de dinossauro conseguimos saber qual era a dieta do animal que o produziu. Não que existam outros métodos para se determinar a dieta, que aliás existem (Por exemplo: Plessiossauros com conchas de amonitas, moluscos da mesma era geológica, fossilizadas no estomago), mas o coprólito, por se fossilizar e ser datado como um outro fóssil qualquer (por isso não fede), pode fornecer um dado bem mais específico sobre isso. Sendo assim, se humanos, dinossauros e animais extintos e modernos viveram numa mesma época, deveríamos encontrar no coprólito de animais extintos evidência de dieta pré-diluviana, pois onde haviam angiospermas, algum bicho deve tê-las comido. Onde haviam flores e frutas haviam herbívoros para come-las. Mas é isso o que acontece?

Os criacionistas acusam os geólogos de raciocínio circular, alegando que eles determinam as datas de fósseis de acordo com a camada geológica em que se encontram, e depois determinam a idade da camada geológica baseando-se nos fósseis nela encontrados. Fezes fósseis, porém, viram o argumento criacionista de cabeça para baixo! O conteúdo de um coprólito, que pode ser utilizado na datação de rochas sedimentares, com sua característica única de refletir a fauna da mesma era geológica em que o animal que o defecou viveu! Por exemplo: Um fóssil de Apatossauro indica que a camada é do período Jurássico tardio, o que é confirmado por datação radiométrica dos sedimentos onde o fóssil foi encontrado, e depois uma avaliação de um coprólito encontrado na mesma camada sedimentar, que nem precisa ser obra do dito Apatossauro, confirma que a dieta alimentar de um dinossauro que viveu ali continha restos de plantas ou animais da mesma era geológica.

Fóssil >> Camada >> Conteúdo residual de coprólitos.

Bastaria encontrar um osso de canino nas fezes de um Tiranossauro rex para provar que dinossauros e cães foram contemporâneos! Bastaria encontrar sementes de girassol nas fezes de um Estegossauro para provar que dinossauros e plantas modernas coexistiram. Bastaria encontrar ossos de golfinho nas fezes de um Pleissiossauro para provar que sauropterígeos marinhos extintos e cetáceos modernos coexistiram.

Onde estão os fragmentos de ossos humanos nas fezes de Tiranossauros? Onde estão as sementes de maracujá nas fezes de Tricerátops? Onde estão os restos de atum nas fezes de Ictiossauro?

Agora, se os dinossauros são contemporâneos e os métodos de datação são uma farsa, porque os conteúdos dos coprólitos (fezes fósseis) de animais extintos consistentemente refletem a fauna das mesmas eras geológicas em que são encontrados, sem exceção?

Infelizmente para os criacionistas, os coprólitos são uma evidencia clara das dietas dos animais extintos em suas respectivas eras geológicas. Isso é verificável em cada coprólito já coletado e pesquisado. Não espere encontrar um coprólito com restos de animais ou plantas de eras geológicas diferentes da camada sedimentar onde o coprólito foi encontrado. Tal simplesmente não ocorre.

Como foi dito antes, se apenas um coprólito fosse encontrado que provasse a contemporaneidade de animais de eras geológicas distintas, os criacionistas só teriam a lucrar com isto. Então porque os criacionistas não estão vasculhando coprólitos em busca de evidência geocronológica inconsistente? Porque não existem pesquisas criacionista sendo feita em cima de coprólitos?
(parte dessa análise a respeito do coprólito foi retirada desse site).

Mas os fatos ainda não acabaram...


sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Dinossauros na Arca de Noé? (parte 1)

















Os dinossauros são criaturas muito interessantes, que despertam fascínio até hoje, inclusive na mídia. Por outro lado, essas criaturas, que viveram num passado longínquo, ainda são assunto de muito debate entre os crentes hoje. Ora, se eles existiram e se a Bíblia narra desde a Criação do Mundo, onde é que os dinossauros entram nessa história? A Bíblia garante a existência desses seres? Onde? Esse enxame de questionamentos está sendo cada vez mais comum hoje. Portanto não é de se esperar que existam posições variadas sobre a questão.

No entanto, o Criacionismo da Terra Jovem, não podendo encaixar os dinossauros na data sugerida pelo método científico (200 - 65 milhões de anos) por acreditarem que a Terra possui entre 10 e 6 mil anos de idade, afirmam que os dinossauros:

- Foram contemporâneos; conviveram com o homem
- Maior parte das espécies foram extintas no dilúvio

Isso é verdade? E no caso de não ser, onde então então os dinossauros na Bíblia (se é que são mencionados...)?


O QUE É VERDADE SOBRE OS DINOSSAUROS


Antes de começarmos a análise sobre essa questão, é importante que se conheça quem são os dinossauros.
Quando tratamos de "dinossauros" não estamos falando somente de "todo réptil de grande porte", mas sim de um grupo específico de animais que possuem as patas situadas sobre a parte inferior do corpo, ao contrário dos verdadeiros répteis, que possuem as patas nas laterais do corpo, e ainda eram endotérmicos, podiam controlar a temperatura do corpo. Eles são divididos em duas ordens:

- Saurísquios: derivam-se em sauropodomorfos (de pescoço longo e hábitos herbívoros) e terópodes (carnívoros; considerados ancestrais das aves). Possuíam quadril com a púbis voltada
para frente (á excessão de alguns terópodes) e mãos com garras usadas principalmente para agarrar. A exemplo de Saurísquios temos o famoso Tyrannosaurus rex e o "pescoçudo" Brachiosaurus.

- Ornitísquios: derivam-se em Ornitópodes (unhas com cascos), Tireóforos (proteção óssea blindada pelo corpo) e Marginocéfalos (cabeças com saliências e chifres). Caracterizam por possuir osso pré-dentário, ou melhor, um bico córneo que antecede uma bateria de dentes no fundo da boca. Exemplo de Ornitísquios: Parasaurolophus, Stegosaurus e Triceratops.

Os dinossauros, segundo indícios geológicos, viveram de 250 e 65 milhões de anos atrás no mundo inteiro. Existe um número gigantesco de espécies, de todos os tamanhos que se pode imaginar, mas todas, apesar da assombrosa variedade de formas, eram terrestres.


O QUE NÃO É VERDADE SOBRE OS DINOSSAUROS


Existem muitos conceitos errados, no entanto, que se costuma ter a respeito dos dinossauros. Definições erradas do que foram os dinossauros, infelizmente, são muito comuns em artigos feitos por Criacionistas da Terra Jovem. Levando em conta que se tem disponível muitas fontes de estudo sobre esses animais, é estranho o motivo desses erros ocorrerem até hoje com frequência.
O físico e pastor Adauto Lourenço, por exemplo, já proferiu erros enormes ao definir os dinossauros em palestras. Eis alguns deles:

ALEGAÇÃO: O pterodáctilo é um dinossauro
A VERDADE: Pterosauria, ou pterodáctilos, é um grupo diferente de répteis aparentados com os dinossauros, no entanto, jamais foram dinossauros. Isso também porque eles voavam, e ao contrário dos dinossauros, as patas deles eram também dispostas nas laterais do corpo. (Exemplos de Pterodáctilos: Pteranodon e Quetzalcoatlus)

ALEGAÇÃO: Plessiossauros, Ictiossauros foram dinossauros marinhos
A VERDADE: Apesar de terem sido realmente marinhos, os Plessiossauros e Ictiossauros foram répteis Sauroptérigos, não dinossauros.

ALEGAÇÃO: O réptil edaphosaurus foi um dinossauro (isso foi mostrado indiretamente em uma ilustração exibida pelo próprio, que o exibia como dinossauro)
A VERDADE: O edaphosaurus foi um réptil com leque nas costas pertencente ao grupo dos Pelicossáurios, que viveu antes dos dinossauros. Ou seja, ele jamais foi um dinossauro.

ALEGAÇÃO: Segundo evolucionistas, os ornitísquios originaram as aves e os saurísquios os mamíferos
A VERDADE: Segundo evolucionistas, os Saurísquios é que originaram as aves e os Ornitísquios não deixaram nenhum descendente hoje.

ALEGAÇÃO: O Albertosaurus tem esse nome em homenagem ao seu descobridor, que se chamava Alberto.
A VERDADE:
O terópode Albertosaurus, um parente do Tyrannosaurus rex, tem seu nome porque foi descoberto em Alberta, no Canadá.

ALEGAÇÃO: O Tyrannosaurus rex era o único grande dino carnívoro; os outros exemplares não passavam de 6 metros de comprimento
A VERDADE: O Tyranosaurus não só não foi o único terópode gigante como também não foi o maior terópode. A lista de terópodes de grande porte é enorme: Abelisaurus, Allosaurus, Tarbosaurus, Acrocanthosaurus, Spinosaurus, Baryonyx, Becklespinax, Megalosaurus, Giganotosaurus, Carcharodontosaurus, Albertosaurus, etc...


Essas foram só as "gafes" apresentadas em palestras pelo físico Adauto Lourenço. No entanto a lista de "gafes" sobre os dinossauros vai um pouco mais além. Abaixo estão destacados alguns erros apresentados no artigo "Dinossauros: a Ciência e a Bíblia face a face", que também é Criacionista da Terra Jovem:



ALEGAÇÃO: O Dragão de Komodo é um dinossauro vivo hoje.
A VERDADE: O Dragão de Komodo, apesar de grande - 3 metros de comprimento - não foi e nunca será um dinossauro: ele tem as patas dispostas nas laterais do corpo e pertence ao grupo dos lagartos monitores (dos quais existiram tipos aquáticos de tamanho imenso que conviveram com os dinossauros, os chamados "Mosassauros"). O mesmo vale para a Tartaruga de Galápagos e a Iguana de Mona (alguns criacionistas alegam que são dinossauros vivos hoje): um é um réptil da ordem dos quelônios (que nada tem a ver com os dinossauros) e o outro é um lagarto da ordem dos lacertílios (que também nada tem a ver com os dinossauros).



ALEGAÇÃO: O sauropodomorfo Diplodocus tinha um furo no topo da cabeça por onde poderia respirar quando estivesse com o corpo na água
A VERDADE: Realmente as narinas do Diplodocus ficavam no topo de sua cabeça, porém está comprovado que ele não as usava para respirar quando ele estivesse submerso. Isso porque hoje sabemos que o Diplodocus tinha hábitos exclusivamente terrestres, e devido á sua estrutura, não haveria como esse dinossauro ficar submerso pois seu corpo sucumbiria á pressão da água.


ALEGAÇÃO: O Pachycephalosaurus, com saliências na cabeça, tinha a altura de um homem médio
A VERDADE: Parentes do próprio como o Prenocephale e o Stygimoloch é que tinham essa altura. A altura do ornitísquio Pachycephalosaurus era entre 2 e 3 metros.

E segue a lista de erros na menção sobre os dinossauros. Isso acaba, infelizmente, fazendo com que todo o resto dos dados criacionistas sobre os dinossauros fiquem um tanto desacreditados.
Esclarecido então os principais (mas não os únicos) mal entendidos sobre os dinossauros, veremos agora se, afinal de contas, é correta ou mentirosa a afirmação de que esses animais coexistiram com o homem e fizeram parte do episódio relatado em Gênesis sobre a Arca de Noé.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Por Trás do Criacionismo da Terra Jovem 4: O dilema do Archaeopteryx


O exemplo da transição evolutiva dos répteis até as aves, como representado pelo fóssil do Archaeopteryx (lê-se Arqueoptérix), é sem dúvida nenhuma o mais famoso do mundo, e quase todo texto de biologia que discuta a evolução cita o Archaeopteryx como exemplo. Foram encontrados 6 exemplares de Archaeopteryx lithographica, o primeiro apenas dois anos após a publicação de "A Origem das Espécies" de Darwin. Na aparência, os exemplares lembram os esqueletos de pequenos dinossauros terópodes (os típicos dinossauros carnívoros) - são apenas as inconfundíveis impressões de penas ao redor dos ossos fósseis que nos indicam que se trata de uma ave (de fato, a semelhança é tão grande que um dos esqueletos foi identificado erroneamente durante várias décadas como um pequeno terópode, e outro foi identificado erroneamente como um pterodáctilo - um erro não corrigido até que alguém notasse as impressões de penas...).




COMO AVE...


Não poderia haver um exemplo melhor de um fóssil de transição que o Archaeopteryx. Ele exibe uma mescla inequívoca de características tanto de ave como de réptil. Uma ave, é claro, apresenta como característica mais marcante as penas. As penas de vôo do Archaeopteryx estão bem preservadas, e são virtualmente indistinguíveis das penas de aves modernas. Possuem o ráquis central e as barbas laterais que encontramos em qualquer ave atual. As penas também são assimétricas e mais largas na borda de saída do que na frontal - uma adaptação mostrada pelas aves voadoras mas não em aves que não voam como os pingüins ou avestruzes. Isso indica que o Archaeopteryx provavelmente era capaz de voar (embora os fósseis careçam de um grande esterno com quilha que todas as modernas aves utilizam para inserir seus potentes músculos de vôo, sendo os pontos de inserção muito menores do que nas aves modernas - desse modo é possível que o Archaeopteryx conseguisse apenas planar, não sendo capaz de imprimir energia a seu vôo). As grandes penas de contorno é a única classe de penas encontrada nos fósseis do Archaeopteryx - não foram encontradas as felpudas penas menores, embora estas se encontrem em todas as aves modernas.

COMO DINOSSAURO...


Deixando as penas de lado, entretanto, o Archaeopteryx exibe uma série de características que não são absolutamente avícolas, mas que são compartilhadas com os dinossauros terópodes - e algumas destas características não são encontradas em nenhum outro grupo de animal. Entre as características de dinossauro que o Archaeopteryx exibe estão: articulação côncava simples nas vértebras cervicais, no lugar da articulação alongada em forma de sela encontrada nas aves; vértebras da região torácica livres e móveis, no lugar das fusionadas nas aves; presença de gastralia, ou costelas abdominais, que são encontradas em répteis e terópodos porém não em aves; uma caixa torácica sem os processos uncinados e que não se articula com o esterno, ao invés das articulações semelhantes a escoras entre os uncinados e o esterno encontradas em todas as aves; um sacro constituído de apenas 6 vértebras, no lugar das 11 a 23 encontradas nas aves (de acordo com o gênero); articulações móveis nos ossos do cotovelo, punho e dedos, no lugar de articulações fusionadas que encontramos nas aves; um encaixe do ombro voltado para baixo como nos terópodes, no lugar de voltado para fora como nas aves; ossos sólidos (compactos) e pesados, no lugar dos ossos pneumáticos das aves que são ocos e leves; e uma longa cauda óssea com vértebras livres, no lugar de pequenos pigostilos fusionados encontrados nas aves.

O crânio do Archaeopteryx também é tipicamente reptiliano em sua estrutura, exibindo várias aberturas ou "fenestras" no crânio, dispostas como nos dinossauros terópodos e não como nas aves; um pesado porém curto osso quadrático que se inclina para frente como nos répteis; uma curvatura nas mandíbulas atrás da fileira de dentes, um processo retro-articular grande, que é encontrado nos répteis mas não nas aves; um osso malar delgado e reto como nos répteis; uma barra pré-orbital separando a fenestra ântero-orbital e a órbita do olho (uma característica dos répteis); um côndilo occipital e um forame magno localizado acima do limite dorsal do osso quadrado como nos terópodes, ao invés de abaixo do quadrado como em todas as aves; e uma estrutura cerebral que exibe hemisférios cerebrais delgados e alongados que não sobrepõem o mesencéfalo (nas aves, os hemisférios cerebrais são pesados e se entendem por sobre o mesencéfalo).

Também existem alguns aspectos presentes no Archaeopteryx que estão presentes em formas primitivas de terópodes, e também em formas mais avançadas de aves. Nos terópodos, por exemplo, o hálux, ou dedo maior do pé, localiza-se na parte posterior do pé formando uma pequena garra que não alcança o solo. Nas aves, este dedo é bastante alongado e é utilizado para empoleirar-se. No Archaeopteryx, o hálux está inverso, mas é alongado em uma posição que é intermediária entre os terópodos e as aves. Nos terópodos, os dedos dos membros anteriores são longos; nas aves, estes dedos se reduzem a diminutas terminações. O Archaeopteryx está a meio caminho entre estas duas possibilidades. Nas aves, as asas são apoiadas pela fúrcula, ou "ossinho da sorte", que é composta pela fusão das duas clavículas, e o Archaeopteryx também possui uma fúrcula fusionada (porém não tão forte como a das aves modernas). Uns poucos terópodes tinham clavículas, como por exemplo as espécies de aspecto avícola como o Velociraptor. E acredita-se que uma espécie de terópode conhecido como Oviraptor possuía uma fúrcula fusionada, como nas aves.

O ARCHAEOPTERYX PARA OS CRIACIONISTAS


É desse modo óbvio que o Archaeopteryx, embora possuísse penas e deva então ser considerado como uma ave, contudo demonstra muito mais características que são únicas dos répteis terópodos, e deve ser visto como uma transição evolutiva entre os dinossauros terópodos e as as aves. Como então os Criacionistas da Terra Jovem tratam este fóssil que exibe características claras que são únicas a dois "tipos" diferentes?

"O chamado intermediário não é realmente intermediário porque, como os paleontólogos reconhecem, o Archaeopteryx era uma ave verdadeira -- tinha asas, estava completamente emplumado, VOAVA .... Não era um meio caminho para aves, ERA uma ave". (Gish, 1978, página 84)."O Archaeopteryx tinha uma impressionante série de características que imediatamente o identifica como uma ave, seja o que for que se diga dele. Tinha pés que empoleiravam. Vários de seus fósseis mostram impressões de penas. Estas penas eram idênticas a das aves modernas em cada aspecto. As penas primárias das aves não voadoras são diferentes a das aves voadoras. O Archaeopteryx tinha as penas das aves voadoras, tinha os padrões básicos e as proporções de uma asa de ave, e uma fúrcula (osso da sorte) especialmente robusta. Além disso, não havia nada na anatomia do Archaeopteryx que o tivesse impedido de um vôo auto-propulsado. Sem dúvida o Archaeopteryx era uma criatura emplumada que voava. Era uma ave!" (Gish, "As a Transitional Form, Archaeopteryx Won´t Fly", ICR Impact, Setembro 1989).
Gish está usando aqui um jogo de palavras. Ao argumentar que o Archaeopteryx é "uma ave verdadeira", com nada de réptil nele, já que os paleontólogos o classificam como um membro da classe das aves, Gish está ignorando as exigências taxonômicas utilizadas para a classificação de fósseis transicionais. As aves são definidas como qualquer organismo que possua penas, e o Archaeopteryx indubitavelmente tinha penas. Porém classificar o Archaeopteryx entre as aves não apaga suas características de réptil - é que simplesmente não há um método de classificação que nos permita colocar o Archaeopteryx como "meio réptil, meio ave". Nossos esquemas de classificação nos forçam a colocá-lo ou em uma categoria ou em outra, e uma vez que as penas definem uma ave, foi na classe das Aves que o Archaeopteryx foi colocado.

As características, que segundo Gish, estabelecem o Archaeopteryx como uma ave estão em grande parte erradas. O Archaeopteryx NÃO tinha membros capazes de empoleirar (tampouco existe esta característica em muitas aves modernas), e seu hálux não era tão bem desenvolvido como nas aves modernas. As penas de vôo são virtualmente idênticas as penas das aves modernas, porém jamais se encontrou as outras classes de penas nos fósseis de um Archaeopteryx. E, embora o Archaeopteryx possuísse a fúrcula e penas de vôo das modernas aves voadoras, ele não tinha a grande quilha do esterno ou as articulações fusionadas dos membros anteriores que são uma parte necessária para o vôo, e é por isso que se questiona se o Archaeopteryx era capaz de voar por sua própria potência.

Se os Criacionistas da Terra Jovem vão argumentar que o Archaeopteryx é realmente apenas uma ave, e não uma forma de transição entre os terópodes e as aves, eles devem explicar todas as características óbvias de réptil que encontramos em seu esqueleto. Algumas destas características de réptil encontradas no Archaeopteryx também são encontrados em primitivas aves extintas, como o Hesperornis e o Icthyornis; outras características reptilianas do esqueleto do Archaeopteryx não são encontradas em nenhuma outra espécie de ave, viva ou extinta. O Archaeopteryx tinha, por exemplo, um conjunto completo de dentes em cavidades alveolares, que são típicas dos dinossauros terópodos. Embora o primitivo Hesperornis também possuísse dentes em cavidades alveolares, eles não existem em nenhuma ave moderna, e de acordo com os paleontólogos, esses dentes de réptil se perderam nas aves antigas conforme o bico das aves se desenvolvia. Os criacionistas, todavia, são incapazes de explicar por que, se as aves não descendem dos répteis, estas aves primitivas tinham dentes típicos de réptil, que posteriormente desapareceram. Henry Morris, incapaz de dar uma resposta científica convincente para isso, prefere invocar a deidade:

"A maioria das aves não têm dentes, mas não há nenhuma razão para que o Criador não pudesse criar algumas aves com dentes .... Por alguma razão, aquelas que foram criadas com dentes se extinguiram". (Morris, Scientific Creacionism, 1974, página 85).Gish, por sua vez, tenta explicar as características reptilianas do Archaeopteryx simplesmente negando que elas existem:

"A pesquisa sobre várias características anatômicas do Archaeopteryx nos últimos dez anos ou mais, tem mostrado, em cada caso, que as características em questão são do tipo ave, não do tipo réptil ... Quando o crânio do espécime de Londres foi removido e estudado, se viu que era do tipo ave, não do tipo réptil". (Gish, "As a Transitional Form, Archaeopteryx Won´t Fly", ICR Impact, setembro de 1989).Como já vimos, isto simplesmente não é verdade - os esqueletos são tão reptilianos em caráter que dois deles foram classificados erroneamente como répteis durante décadas, e qualquer estudo da estrutura craniana tem mostrado que é mais de réptil do que de ave.


SERIA UMA FRAUDE?





Incapazes de explicar como o Archaeopteryx veio a possuir características tanto de réptil como de ave, alguns criacionistas têm proposto outra explicação - os fósseis são fraudes deliberadas, fabricações fraudulentas para convencer o mundo de que a teoria da evolução está certa. A idéia de que os fósseis do Archaeopteryx são falsificações foi posta em voga pela primeira vez por dois astrônomos em 1985, Sir Fred Hoyle e Chandra Wickramasinghe. (Dois tipos arquiconhecidos por suas extravagantes e controvertidas teorias - provavelmente são mais conhecidos por sua afirmação de que a vida se originou em outro planeta e foi transportada ao nosso planeta em cometas ou naves extraterrestres; ou sua hipótese de que os insetos são de fato mais inteligentes que os seres humanos, mas que estão engajados em uma conspiração mundial para nos fazer crer do contrário...). Eles argumentam que os fósseis foram fabricados tratando um simples esqueleto de Compsognathus (um pequeno dinossauro terópode) com uma pasta feita de pó de calcário, e pressionando as impressões de penas modernas nesta mescla antes de que a mesma seque.

O Museu Britânico conduziu um extenso estudo em seu espécime de Archaeopteryx e refutou todas as alegações de Hoyle e Wickramasinghe. A equipe descobriu que micro-fissuras no fóssil calcário se estendiam além das áreas das penas em uma linha sem rupturas, indicando que nenhum material foi adicionado posteriormente à rocha original. A equipe de investigadores também encontrou impressões de penas por debaixo dos ossos fósseis, o que seria impossível de se falsificar. Fotografias ultravioletas das áreas do fóssil com e sem penas mostraram ser idênticas.

Apesar do fato de que nenhuma evidência de uma falsificação jamais foi encontrada, os criacionistas tendem a tomar uma abordagem com dois enfoques quando discutem o Archaeopteryx em debates ou discussões. Por um lado, eles argumentaram, que o fóssil é "100% ave" e não tem nenhuma característica de réptil ou dinossauro. Por outro lado, argumentaram que o fóssil é uma fraude de qualquer maneira, produzida através da modificação de um esqueleto ordinário de dinossauro. A contradição inerente entre estas duas posições - o fóssil não tem nenhuma característica de dinossauro, porém foi fraudado utilizando-se um esqueleto de dinossauro - aparentemente não os preocupa...

E ANTES DO ARCHAEOPTERYX?


Alguns criacionistas, além disso, têm investido em outro argumento contra o status transicional do Archaeopteryx ao afirmar que as verdadeiras aves existiam vários milhões de anos antes que o Archaeopteryx, e que portanto ele não pode ser um ancestral das aves. Como Gish tem sustentado sem pestanejar:
"Um fóssil que é indubitavelmente uma ave verdadeira foi encontrado em rochas do mesmo período geológico que o Archaeopteryx! ... Obviamente, o Archaeopteryx não pode ser o ancestral das aves, se aves verdadeiras existiam simultaneamente". (Gish, 1978, página 87).

A referência é um fóssil encontrado no Texas por Sankar Chatterjee, que consiste de uns fragmentos de crânio e membros. Embora Chatterjee tenha se recusado a deixar que outros paleontólogos examinem os fósseis, ele publicou uma descrição deles (especialmente da área craniana), e concluiu que, tanto como características típicas de réptil (dentes, uma grande cauda óssea, e dedos em garra) eles possuíam uma série de características avícolas. Chatterjee batizou os ossos de Protoavis, que quer dizer "pré-ave". Os fósseis do Protoavis se adiantam ao Archaeopteryx em aproximadamente 75 milhões de anos.

Infelizmente para os criacionistas, a hipótese de que o Protoavis era uma "ave verdadeira" não pode ser sustentada. Uma série de paleontólogos tem questionado justamente o quanto de ave esses fósseis realmente tinham (Chatterjee tem se negado a disponibilizar os fósseis para o tipo de estudo independente que resolveria a questão de um modo ou de outro), e concluíram no lugar que se trata de um tipo de dinossauro terópodo que possuía algumas características similares com as aves (todos os terópodes são muito semelhantes a aves em sua estrutura). A estrutura que definitivamente estabeleceria o Protoavis como uma proto-ave, as penas, nunca foi encontrada. Ainda que se estabelecesse definitivamente que o Protoavis era uma ave, todavia, isto não ajudaria a causa criacionista. O Protoavis então teria de ser considerado como um ancestral em forma de ave do Archaeopteryx, e o próprio Protoavis teria de ser considerado como a forma mais antiga da transição réptil-aves.

MAIS FÓSSEIS NA CHINA


Nossa imagem da evolução entre os dinossauros e as aves se tornou ainda mais clara no final dos anos 90, com a descoberta de vários fósseis na China. Em 1996, paleontologistas chineses descobriram um típico esqueleto de um pequeno terópode com uma surpresa - ele estava coberto em uma fina penugem filiforme, que está perfeitamente de acordo com penas incipientes. O dinossauro, chamado Sinosauropteryx ("ave-lagarto chinês"), provavelmente usava a cobertura semelhante a penas como isolante.

Alguns anos depois, dois outros espécimes fósseis foram encontrados na mesma área. Ambos Caudipteryx e Protarchaeopteryx eram terópodes típicos, mas eram cobertos com penas reconhecíveis. Embora ambas as espécies tivessem membros anteriores curtos ao invés de asas, e nenhuma era capaz de voar, ambas tinham penas simétricas nos membros e cauda, consistindo de uma ráquis central e barbas, que provavelmente serviam como uma cobertura isolante. O corpo era coberto com as mesmas penas filamentosas encontradas no Sinosauropteryx.

CONCLUSÃO


Não resta mais dúvida, após a análise aqui apresentada, dos seguintes fatos:
- O Archaeopteryx é uma evidência clara da evolução biológica
- Os criacionistas da Terra Jovem, mais uma vez, lançaram mão de argumentos mentirosos para refutar a evolução (não se esqueçam que o diabo é o pai da mentira).

Como diz o ditado, "a mentira tem perna curta". A verdade sempre prevalece. No entanto, o fato de haver evidências de que a evolução aconteceu há muito tempo atrás, isso não implica em abandonar o Gênesis ou o Criador, como você poderá conferir nesse mesmo blog.

Fonte:
http://webspace.webring.com/people/cu/um_1925/archaeopteryx.html

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Sinais de Alossauro X Sinais do Fim


Assim também quando virem acontecer estas coisas, fiquem sabendo que o tempo está próximo, pronto para começar. Mateus 24:33, BLH.

A história conta que pesados herbívoros (gênero Apatosaurus) estavam na água arrancando as folhas das árvores quando dois Alossauros (Allosaurus fragilis), carnívoros de 12 metros de comprimento, avançaram sobre eles rapidamente. Um dos Alossauros fincou seus dentes afiados na cauda de um desses herbívoros, que sem conseguir fugir, caiu de lado, afundando pela metade no lodo do rio.
Apareceu então o outro Alossauro, e o destino daquele herbívoro foi selado.
Os dois mataram-no e comeram a vontade, deixando para trás o cadáver sangrento.

Esta cena pôde ser reconstituída através de um achado nos EUA, onde nítidas marcas de dentes de um Alossauro foram encontradas nos ossos fossilizados da cauda de um Apatossauro, que deveria ter sido arrancada com extrema violência.
Além disso, no mesmo local foram encontrados alguns dentes de Alossauro. Este achado mostra que o Alossauro caçava em bandos e não se alimentava só de carniça, pois se o Apatossauro já estivesse morto, ele não precisaria tê-lo mordido tão ferozmente.

Graças aos sinais deixados pelo registro fóssil podemos reconstituir cenários ocorridos há tempos muito remotos. E assim como os fósseis nos “contam fatos” ocorridos há muito, Jesus falou de vários sinais que indicariam o tempo de Seu retorno à Terra. Sinais no mundo físico (terremotos, destruição da natureza), no mundo social (guerras, fome, doenças, desobediência aos pais, falta de amor na família) e no mundo espiritual (falta de fé em Deus, ódio, amargura etc.).

Tem gente que gostaria de ter uma data fixa para agendar esse momento e se preparar para ele. Mas Deus resolveu dar sinais indicadores. O que você sente ao olhar ao seu redor e ver esses sinais? Não precisamos ter medo. Podemos levantar os olhos para o céu com alegria, e agradecer ao Senhor porque o grande dia está chegando, o dia da vinda de nosso Deus e nosso Salvador. As cores, formas e sons do mundo mostram isso. Fique firme.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Teria Daniel visto um Carnotauro?












E eis aqui o quarto animal, terrível, espantoso e sobremodo forte, o qual tinha grandes dentes de ferro; ele devorava, e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava
. Daniel 7:7.


Dentre os “carnossauros” mais estranhos do planeta, estava seguramente uma criatura com aparência insólita, que viveu há muito tempo na atual Patagônia: o Carnotauro.
Ele tinha um focinho curto como o do buldogue e uma mordida não menos potente. Acima dos olhos tinha dois chifres parecidos com asas (daí seu nome, que quer dizer “touro carnívoro”), e ainda possuía uma série de calombos pelas costas. Entretanto, seus braços eram totalmente atrofiados e praticamente inarticulados, não serviam para nada, sendo apenas “úteis” as garras afiadas nos pés.

Como podemos ver, a descrição do carnotauro coincide com a do animal estranho que o profeta Daniel viu numa visão, afinal o Carnotauro era um predador de dentes afiados, medonho, que usava as garras dos seus pés como arma fatal e ainda possuía chifres e calombos. Daniel o descreveu como um animal terrível e espantoso, sem falar que Daniel não conseguiu dizer que animal era, dado não conhecê-lo, afinal de contas o carnotauro viveu milhões de anos antes de Daniel...

Além do “carnotauro”, ele viu outros bichos também: um leão com asas de águia, um urso e um leopardo com quatro cabeças e quatro asas. Esses animais simbolizavam quatro reinos. O leão, Babilônia; o urso, Média e Pérsia; o leopardo, Grécia; e o carnotauro, Roma. Esses reinos também foram representados pela estátua do capítulo dois de Daniel, feita de ouro, prata, bronze, ferro e barro.

Deus mostrou que haveria uma sucessão de reinos e a história antiga confirma o cumprimento das visões de Daniel. Nabucodonosor, Ciro, Alexandre o Grande e César fizeram parte do drama, mas Deus é quem está no comando da história. Tudo isso confirma a nossa fé e aumenta a nossa confiança nas profecias que falam dos sinais da volta de Jesus. Elas mostram que a Sua vinda está bem próxima. Fique de olho e compare os acontecimentos atuais com as profecias. Maranata! O Senhor logo vem.